1 de mai de 2010

Pin up da semana.


Nessa semana, um migo aqui de Maringá, acredito que em um momento tomado pela nostalgia, postou, quase que frenéticamente, uma pá de vídeos de bandas nacionais dos anos 90 no twitter. Uma delas -- o Pin Ups --, com certeza, está entre as dez mais importantes pra essa minha vidinha, pois marcou meus melhores momentos adolescentes na Avenida Duque de Caxias, na esburacada cidade de Baurets - SP. Nessa época, a vi(d)a era repleta de bares e frequentada pelas mentes mais doentias. Quase todas elas acompanhadas por nomes esdrúxulos, como Jétis, Bililico, Bergaminho, Chuck, Paron, Miguinho, Éverton "Bissego" e Piuí do Pau-Brasil, e essa última parte não é mentira (se alguém de Bauru ler isso aqui, tenho certeza de que vai rachar os bicos).

Despertadas todas essas lembranças foi inevitável que hoje eu baixasse o "Lee Marvin" (1997), disco unânime e companhia certa durante as insanas tardes, noites e, às vezes, algumas manhãs que passei com essa galëre. Na época, tudo nesse álbum era legal: a gravação tosca, os vocais desafinados, os sons escondidos no final do CD, e, principalmente, a tentativa de fazer músicas iguais as deles.

Mas muito mais lhouco do que essas lembranças, além do fato de eu estar ouvindo esse disco pela terceira vez seguida, foi ter achado um texto cabulauzio, do Arco da Caledônia mesmo, no qual @andyeiore traça a biografia da banda. Quando li a parada lembrei de ainda mais sons que nunca mais ouvi -- Strada, Snooze, Brincando de Deus, Againe, Wry -- e passei a alimentar certeza de que o rock nacional já foi mais firmeza.


Um comentário:

Gomes disse...

Então a primeira música que marcou a vida do prof. TBMEIRA, é do PinUps.
E as outras seis, em?!